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Textos com Etiquetas ‘celulares’

Promoções na Loja Virtual da TIM

5, fevereiro, 2010

Recebi hoje do Diego uma ótima dica.

A TIM está com várias promoções na sua loja virtual.

Algumas das promoções:

HTC Diamond por R$699

Sony Ericsson C510 por R$399

Motorola U9 por R$199

Samsung Beat DJ por R$599

Sony Ericsson W980 por R$599

Samsung Omnia II por R$999

Confira o site.

Author: Thomy Categories: Promoções Tags: , , , ,

Anatel libera TAM para garantir o uso de celular nos voos

22, janeiro, 2010

A TAM recebeu o sinal verde da Anatel para permitir a comunicação móvel nos seus voos. Apesar de ainda aguardar a autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a empresa já tem uma estrutura pronta para dar início à oferta desse benefício a seus passageiros e a partir de junho espera que pelo menos quatro vôos domésticos e da América do Sul estejam conectados. No primeiro semestre, ela vai adquirir um novo Airbus que já virá com o sistema embarcado, assim como todos os próximos que forem comprados pela companhia aérea.

O pedido na Anatel para a liberação do celular nos vôos foi feito pela OnAir, joint venture da Airbus com a Sita, e que ficará responsável por toda implantação e gerenciamento do serviço nas aeronaves da companhia. Segundo José Racowski, supervisor geral de marketing da TAM, com essa oferta a empresa será pioneira nas Américas. Apesar de regulamentado na Europa, o uso do celular nos voos ainda não recebeu definição da FCC (Federal Communications Commission), nos Estados Unidos.

As aeronaves que terão o serviço são as conhecidas como narrowbody, já que para o outro tipo, as mais largas e que fazem a maior parte dos voos intercontinentais, ainda não há soluções testadas disponíveis. No caso da TAM, a comunicação móvel irá se concentrar nas aeronaves A 319, a maior parte utilizada na ponte-aérea Rio de Janeiro/São Paulo, A 320, que faz voos domésticos, e A 321, que promove voos domésticos e regionais mais longos.

O pedido de licenciamento na Anac foi feito pela Airbus e está sendo analisado. Mas Racowski está otimista quanto à sua aprovação. Ao contrário da tecnologia que está sendo analisada nos Estados Unidos, onde a comunicação celular nos aviões deverá ser feita via gerenciamento de conexões terrestres, no caso da TAM ela será feita via satélite. Para isso, será utilizada parte da constelação de satélites da Inmarsat.

Cada aeronave deverá contar com conexão de 432 Kbps, o que deverá ser suficiente para garantir o uso básico do celular, envio de SMS (mensagens curtas de texto) e consulta a emails via smartphones. A empresa ainda finaliza os preparativos para que seja inserida no projeto a conexão via modems USBs nos notebooks. Todas as aeronaves da empresa dão a possibilidade de recarga das baterias desses equipamentos.

Segundo Racowski, o novo serviço será um grande diferencial da empresa e atende à demanda dos usuários. Mas, além disso, a empresa também terá uma participação na receita de tráfego gerado nos voos. Essa questão foi negociada com a OnAir que já havia se antecipado a essa tendência e fechou acordos com praticamente todas as operadoras móveis da América do Sul. As conversas entre a OnAir e a TAM tiveram início em 2007 e um acordo foi fechado em 2008.

Fonte: Telecom Online

Author: Thomy Categories: Noticias Tags: , , , ,

Nokia oferecerá serviços de GPS gratuitos

21, janeiro, 2010

A Nokia seguiu o exemplo do Google, oferecendo mapas gratuitos em seus celulares, em um esforço para estimular a venda de aparelhos que deve prejudicar outros concorrentes no setor de navegação via satélite.

A Nokia costumava cobrar por pacotes de navegação que incluíam instruções detalhadas de como chegar a um local. Agora o usuário poderá receber instruções detalhadas de navegação veicular e para pedestres em 74 países, em 46 idiomas, afirma a companhia em comunicado.

Em 2008, a Nokia comprou por 8,1 bilhão de dólares a Navteq, uma empresa de navegação digital que concorre com a Tele Atlas, uma divisão da TomTom, companhia especializada em aparelhos de navegação GPS.

Analistas dizem que serviços de navegação gratuitos podem permitir que a Nokia sustente sua posição em queda no mercado mundial de celulares inteligentes. A empresa ainda vende mais celulares inteligentes do que qualquer de seus rivais, mas perdeu terreno para a Apple e para a RIM.

“A Nokia deseja manter elevada participação nesses aparelhos, e essa é uma maneira de fazê-lo, combinando-os a serviços”, disse Marti Larjo, analista da Nordea

“A navegação originalmente era um dos serviços pelos quais eles imaginavam que poderia ser possível obter dinheiro, mas o Google está chegando (à navegação detalhada), assim como outros concorrentes, e eles precisam agir”, disse.

O Google começou no final de 2009 a oferecer navegação gratuita em celulares inteligentes do modelo Motorola Droid, no mercado americano.

A Nokia vai oferecer navegação gratuita a 20 milhões de celulares inteligentes, e isso deve prejudicar importantes forças do mercado mundial de serviços de navegação, entre as quais a TomTom e a Garmin.

Segundo a Nokia, a idéia é incluir o serviço gratuito em todos os novos modelos Nokia embarcados com recursos GPS.

“Queremos que o uso do GPS em um telefone seja algo tão comum como enviar um SMS ou tirar uma foto. Acreditamos que a melhor maneira para isso é oferecer uma solução completa e gratuita de navegação”, afirmou em comunicado Anssi Vanjoki, vice-presidente executivo da Nokia.

Fonte: INFO

Author: Thomy Categories: Off-Topic Tags: , , , , ,

Futuros celulares terão chip de bancos e supermercados

18, janeiro, 2010

A Anatel está preparando uma nova regulamentação para o setor de telefonia móvel que promete revolucionar o mercado. Será criada a figura do operador virtual que, na prática, transformará bancos e redes varejistas em empresas que também oferecem o serviço celular, mostra reportagem de Mônica Tavares e Patrícia Duarte publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO. Entre os interessados na novidade há pesos pesados como o Banco do Brasil e o grupo Pão de Açúcar, líderes em seus segmentos. Além de abrir espaço para novos serviços, a medida deve aumentar a concorrência.

O operador virtual poderá alugar a rede das grandes empresas de celular e trabalhar na ponta, junto ao consumidor, vendendo as linhas e/ou oferecendo serviços diferenciados por meio dos aparelhos. Por exemplo: uma grande loja de varejo ou uma empresa que vende ingressos para espetáculos poderá permitir que o cliente adquira produtos e informações pelo celular. Também poderá usar como chamariz descontos nos minutos conversados.

Para entrar em campo, a empresa interessada compra das operadoras tradicionais os minutos no atacado (mais baratos), revendendo-os para seus clientes. Na avaliação da Anatel, no Brasil, pequenas empresas que atuam em nichos de mercado, bancos e grandes redes que queiram fidelizar os clientes são os mais cotados para aderir ao novo segmento.

Para o gerente de Regulamentação de Serviços Privados da agência, Bruno Ramos, o operador virtual acomoda qualquer tipo de interesse:

“O Brasil está começando a ter uma regulamentação flexível”. O novo negócio, cuja regulação está em consulta pública até março no site da agência, já existe em vários países há cerca de dez anos. Lá fora, foi batizado de Mobile Virtual Network Operator (MVNO).

No Brasil, os interessados começam a aparecer. O vice-presidente de Tecnologia do BB, José Luís Salinas, adiantou que estuda a criação desse novo serviço e a possibilidade de fechar acordo com operadoras. A ideia é fornecer alternativas de serviços aos seus clientes por meio do celular.

No Pão de Açúcar, o interesse também é claro. O maior grupo varejista do Brasil – também dono das redes Ponto Frio e Casas Bahia – acompanha de perto as discussões para decidir sobre sua adesão. Concorrente direto, o Carrefour informou que está esperando a regulamentação da Anatel para definir sua estratégia.

Para analistas, o operador virtual poderá ser uma alternativa interessante de negócio, sobretudo em áreas que tenham pouca cobertura ou não atraiam tanto as operadoras de celular, como as regiões Norte e Nordeste.

“Há um lugar no paraíso para todas as empresas se beneficiarem (com o operador virtual). Pode ser uma oportunidade para os operadores celulares tradicionais trabalharem com nichos bem específicos” afirmou o analista-chefe de telecomunicações do Itaú Securities, Valder Nogueira.

É o caso da TIM. Para o diretor de Assuntos Regulatórios da empresa, Mário Girasole, o mercado se amplia com os novos parceiros:

“As operadoras virtuais podem ser uma ótima oportunidade para as operadoras de rede móvel contarem com um parceiro que atue em nichos onde elas não estão presentes”.

Para o diretor de Planejamento Estratégico da Vivo, Daniel Cardoso, pode ser um modelo de negócio que ataque as despesas comerciais, uma vez que alguns gastos poderiam ser divididos, como atendimento ao cliente e programas de fidelidade:

“Há uma oportunidade de negócio, desde que com parceiros corretos e regras razoáveis. É uma possibilidade de ganha/ganha. O desafio é achar um ponto de equilíbrio em que os dois ganham, sem impor condições”.

Apesar de concordarem que todos podem ganhar com o negócio, as empresas de telefonia móvel ainda têm desconfiança com respeito à proposta. Isso porque ainda há frequências disponíveis a serem licitadas (como a banda H), ao contrário da realidade de outros países onde o serviço já está disponível. Ou seja, nestas localidades havia a necessidade de alugar a rede das empresas existentes. Procurada, a Oi não quis comentar o assunto.

“Quero negociar, não ser obrigado a ceder a minha rede” afirma um importante executivo da Claro.

Fonte:Endividado

Anatel pode proibir bloqueio de celulares

15, janeiro, 2010

Um projeto em debate pelos conselheiros da Anatel prevê o fim da regra que permite às operadoras vender celulares bloqueados.

Há dois anos, a agência definiu norma limitando a 12 meses o período máximo em que um celular novo pode ficar bloqueado para uso com um único chip.

Em tese, o bloqueio do celular serve como garantia de fidelidade à operadora móvel de que o cliente não mudará de telecom e, na prática, permite que as teles ofereçam subsídios na venda do hardware.

A proposta foi apresentada no Conselho da agência pela conselheira Emília Ribeiro. Na avaliação de Emília, o fato do usuário poder usar seu smartphone com o chip que quiser aumenta a concorrência e tende a melhorar a qualidade dos serviços prestados.

Se for aprovada pelos demais conselheiros, a norma pode entrar em vigor em pouco tempo, após um prazo mínimo de adaptação definido pela própria Anatel.

Embora seja visto como um benefício para o consumidor, a proibição de bloquear celulares pode ter efeito ruim sobre o custo de um telefone novo, já que as teles terão menos garantias em planos de fidelidade.

Em comparação com a legislação de outros países, por exemplo, a atual lei brasileira pode ser considerada liberal.

Nos Estados Unidos, por exemplo, é possível vender um celular com contrato de fidelidade de até dois anos do consumidor com a operadora, permitindo subsídios mais agressivos ao custo do hardware. Na Alemanha, a T-Mobile chegou a vender iPhones por um euro em contratos com dois anos de fidelidade.

A agência pode anunciar uma decisão sobre o tema até o final deste mês.

Fonte: INFO

Author: Thomy Categories: Noticias Tags: , , ,

Nova tecnologia permite transformar qualquer aparelho em um ponto de acesso WiFi

8, dezembro, 2009

Embora tenha surgido com o objetivo de poupar tempo e permitir mobilidade, a tecnologia Wi-Fi é responsável por causar muita dor de cabeça entre seus usuários. Quem não tem muito conhecimento em informática e já quis configurar um ponto de acesso em casa sabe como pode ser complicado montar uma rede sem fio funcional.

Antes de poder se conectar à internet de qualquer lugar é preciso passar por uma série de configurações de rede e segurança, traindo a ideia passada por alguns vendedores de que basta conectar um cabo ao roteador para utilizar todas as comodidades proporcionadas por uma rede sem fio. A dificuldade é ainda maior para quem utiliza dispositivos portáteis: encontrar uma rede disponível de maneira gratuita fora dos grandes centros urbanos é uma tarefa muito difícil. Isso sem contar os problemas de estabilidade que estas conexões costumam apresentar.

Com estes obstáculos é compreensível que dispositivos que utilizam a tecnologia Bluetooth venham ganhando espaço nos últimos anos. Embora não sejam capazes de se conectar à internet nem enviar ou receber arquivos com a mesma velocidade, a praticidade apresentada por este protocolo de comunicações é muito grande. Ao contrário das redes Wi-fi, em que é preciso conectar todos os dispositivos a um ponto de acesso para só então começar a trocar informações, o Bluetooth funciona através de redes adhoc, em que todos os dispositivos funcionam como roteadores capazes de receber e enviar informações.

Apesar de o cenário parecer cada vez mais favorável para o Bluetooth, que em sua versão 3.0 é capaz de alcançar velocidades de até 54 Mbps, uma nova tecnologia para dispositivos Wi-Fi promete acirrar ainda mais a competição entre estes dois padrões. A Wi-Fi Alliance, consórcio de mais de 300 empresas que reúne nomes como a Apple, Microsoft, Intel e Cisco Systems anunciou no dia 14 de outubro o lançamento de uma nova especificação chamada Wi-Fi Direct, que permitirá aparelhos compatíveis com a tecnologia conversar entre si sem precisar acessar nenhum tipo de ponto de acesso.

A ideia de utilizar redes Wi-Fi sem precisar que os aparelhos estejam conectados a um ponto de acesso não é algo novo. Quem conhece um pouco mais sobre este tipo de conexão está ciente de que ela é capaz de trabalhar em dois modos diferentes: o de infraestrutura possibilita que vários dispositivos se conectem a um ponto de acesso (assim como notebooks ou celulares que acessam a internet através de um roteador), e o modo adhoc que funciona assim como o Bluetooth. Infelizmente, usuários de Wi-Fi costumam ter graves problemas durante a utilização do modo adhoc, como velocidades de transmissão baixas e várias dificuldades de configuração.

Ciente desta limitação, a Wi-Fi Alliance organizou uma força tarefa com o objetivo exclusivo de criar um novo tipo de conexão P2P que utilize a tecnologia Wi-Fi. O resultado foi o Wi-Fi Direct, uma reformulação total do modo como as conexões adhoc trabalhavam anteriormente. Em vez de precisar conectar os dispositivos a um ponto de acesso central, este novo protocolo transforma qualquer aparelho que possua a tecnologia Wi-Fi em um ponto de acesso em potencial.

Por exemplo, em vez de você ter que configurar um roteador para que os usuários de uma rede sejam capazes de mandar documentos para uma impressora, basta configurá-la como um ponto de acesso para que todos sejam capazes de se comunicar diretamente com ela. Assim, mesmo que haja falhas na conexão de internet, ainda será possível se comunicar com a impressora sem problema alguma, assim como acontece nas conexões Bluetooth.

wifidirect

Talvez a maior funcionalidade seja no que diz respeito à utilização da internet. Quem utiliza um celular ou notebook dependente de redes Wi-Fi, sabe o quanto é chato ter que suportar os limites de distância impostos por roteadores e pontos de acesso. Basta um passo na direção errada para que a conexão com a internet seja perdida ou aconteça uma grande queda na velocidade de navegação.

Com o Wi-Fi Direct, esta limitação está com seus dias contados. Em vez de se conectar diretamente ao roteador conectado ao cabo de internet, basta se conectar a outro dispositivo compatível com a tecnologia para poder navegar pela rede mundial de computadores. Isto teoricamente permitiria fazer uma verdadeira rede global com acesso ao Wi-Fi, quase extinguindo a necessidade de comprar roteadores para formar pontos de acesso wireless.

A Wi-Fi Alliance decidiu bater de frente com o Bluetooth ao criar esta nova especificação. Embora o Bluetooth consuma muito pouca energia, tornando-o ótimo para utilização em dispositivos portáteis como celulares e videogames portáteis, as velocidades alcançadas não chegam nem perto daquelas obtidas por redes Wi-Fi. Enquanto o Bluetooth trabalha com velocidades de no máximo 52 Mbps em condições ideais, a tecnologia Wi-Fi Direct pode alcançar velocidades de até 250 Mbps, velocidade cerca de cinco vezes maior que o do concorrente.

Quem já possui um aparelho capaz de se conectar por Wi-Fi não vai ter nenhum problema para se adaptar à nova tecnologia. A Wi-Fi Alliance anunciou que a maioria dos dispositivos disponíveis no mercado será compatível com a nova especificação, o que dispensa a compra de hardware totalmente novo para aproveitar da liberdade de conexão oferecida. Bastará que o usuário baixe e instale uma atualização de software para que os dispositivos que possui possam ser identificados como pontos de acesso, permitindo a conexão fácil com outras pessoas sem precisar utilizar roteadores.

Quem não fizer a atualização de software também poderá ser beneficiado pela nova tecnologia: os aparelhos que não forem atualizados irão reconhecer aqueles que possuem a tecnologia Wi-Fi Direct como pontos de acesso, permitindo o acesso à internet através deles. Desta forma, torna-se possível conectar um videogame portátil com Wi-Fi Direct a um desktop conectado à internet, utilizando sua conexão a cabo para navegar com estabilidade sem precisar utilizar um roteador como intermediário de sinal.

A desvantagem da nova tecnologia está justamente em um dos maiores problemas apresentados pelas conexões Wi-Fi comuns: o consumo de bateria. Enquanto o Bluetooth é conhecido pela economia de energia, utilizar qualquer dispositivo com a conexão Wi-Fi ligada significa que em poucas horas deverá ser recarregado. Isto faz com que a nova tecnologia não seja tão atrativa para utilizar em dispositivos que não precisam de muita velocidade de transmissão, caso de teclados e mouses sem fio.

Toda a praticidade do Wi-Fi Direct promete mudar a cara do mercado de vendas de roteadores, hoje responsável por lucros bilionários ao redor do mundo. Em vez de ter que comprar uma série de aparelhos para criar pontos de conexão entre os diversos computadores de uma empresa, a nova tecnologia permitirá fazer conexões diretas entre as próprias máquinas, o que significa uma economia tanto de espaço quanto de dinheiro. Da mesma forma que em casa bastará um computador com uma placa wireless instalado conectado à internet para que todos os outros dispositivos compatíveis com a tecnologia possam acessar a rede mundial de computadores.

Com o lançamento do Wi-Fi Direct programado para a metade de 2010, diversas companhias como a Cisco Systems já planejam estratégias para compensar a queda das vendas de roteadore. Uma das opções é investir em aparelhos que normalmente não possuem conectividade com o protocolo Wi-Fi, caso de televisores e filmadoras de vídeo, por exemplo.

Embora poucos destes aparelhos sejam compatíveis com o Wi-Fi, a possibilidade de transferir arquivos sem precisar de um ponto de acesso abre uma nova perspectiva de mercado para os fabricantes. Não é difícil imaginar aparelhos de televisão que utilizem o Wi-Fi Direct para receber filmes completos feitos em celulares ou câmeras digitais, exibindo-os automaticamente assim que a transferência é concluída.

Fonte: Baixaki